O que é criptografia? É seguro usá-la?

Como a criptografia funciona e será que ela é realmente segura?

Por muitos anos, a palavra criptografia nos fazia lembrar filmes do James Bond, onde um vilão possuía uma pasta com códigos nucleares que deveriam estar protegidos com uma criptografia. Na verdade, todos nós utilizamos criptografia no dia a dia, e a maioria não entende nem porque nem como. Sabemos que a segurança de dados é importante e a criptografia é a melhor técnica para que ela funcione. Mas como ela funciona de verdade?

O que é criptografia?

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É uma técnica que permite que pessoas escondam informações de outras. Ela utiliza complexos algoritmos matemáticos, chamados de cifras, na finalidade de transformar textos normais em uma série de algarismos que não fazem sentido. A transformação é baseada em uma chave escolhida pelo dono da informação, que torna possível a recuperação do texto inicial.

Duas das técnicas mais utilizadas são a de chave pública (assimétrica) e a da chave privada (simétrica). As duas são similares no sentido de que ambas permitem o usuário a esconder dados de outros e depois recuperar tais dados da forma que foram criados. A diferença, no entanto, é como eles lidam com os passos entra a encriptação e a decriptação.

Criptografia com chave pública

Veja um exemplo: Se João e Karina tiverem ambos a chave de um cofre, mas João possuir a chave pública e Karina uma privada, João poderá usar a chave para destrancar o cofre e colocar coisas nela, mas, não poderá ver as coisas que já estão lá, ou recuperá-las. Karina, por outro lado, poderá abrir o cofre e ver tudo que está dentro, assim como remover qualquer coisa. Ela não poderá, no entanto, adicionar nada ao cofre, sem ter a chave pública.

No sentido digital, João pode encriptar um texto com sua chave pública e mandar para Karina, mas só a Karina com sua chave privada poderá decriptar a informação de volta ao texto original. A chave pública é então utilizada para a encriptação enquanto a privada é utilizada para a decriptação. A Karina só precisará da chave privada para ler normalmente a mensagem do João, mas ela precisará da chave pública para encriptografar uma resposta. João, na contra mão, não pode decriptografdar uma mensagem com sua chave pública.

Criptografia com chave privada

Sua diferença para a chave pública é que agora os dois vão precisar de duas chaves para executar todas as operações. Digitalmente falando, João pode agora encriptografar uma mensagem assim como decriptografá-la. A Karina pode fazer a mesma coisa.

Um breve resumo da Criptografia

Quando falamos em criptografia, é importante fazer a distinção de que toda criptografia moderna vem da ciência desenvolvida na antiguidade. Ela foi primeiramente criada na Grécia antiga.

Os Gregos foram os primeiros a usarem criptografia para esconder e proteger informações importantes no formato de palavras escritas, que nos olhos dos inimigos não significavam nada. Eles usavam métodos primitivos de criptografia que derivava de uma ferramenta para fazer uma transposição de letras.

O quadrado de Polibiu: Também derivado da Grécia antiga, provem de um quadrado de algarísmos que começa com a letra ‘A’ no ponto alto a esquerda e ‘Z’ no ponto baixo a direita. O sistema funcionava em dar números as letras e localizá-las no quadrado. Assim cada letra possuia um par de números específicos e escrevendo-os, se podia criptografar um texto.

A máquina Enigma: Está máquina utilizava a tecnologia WWII, conhecida como uma criptografia eletro-mecânica, que utilizava um rotor criptográfico. Está máquina foi um dos pontos mais importantes na segunda guerra, dando a Alemanha nazista uma vantagem grande até que o Ingês Alan Turing conseguiu decifrá-la, e no processo, deu início a Ciência da Computação.

Tecnologia modernas de criptografia

Técnicas modernas usam sofisticados algorítmos, assim como chaves públicas ou privadas de tamanhos grandes na finalidade de sempre conseguir uma forma de proteger dados. Quanto mais a chave cresce, maior é o trabalho de um processador para formar o código criptografado quanto o trabalho, exponencialmente maior de quebrar o código.

O tamanho das chaves continuam crescendo. Já passamos de 56-bits, 128, 256, etc. Uma chave de 256 já é virtualmente impossível de ser quebrada com a tecnologia atual existente. Ela só virá a ficar obsoleta quando outros tipos de processadores forem inventados, aumentando sua capacidade também de forma exponencial. No entanto, a Steganos, fabricante alemão de softwares para a segurança digital, usa a criptografia AES-XEX de 384 bits em seu cofre virtual Steganos Safe.

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/ Escrito por Rafa Dias sobre Safe 19

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